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Umbra: uma história de terror que vai fazer os fãs tremerem na base. Tenha medo. Tenha muito medo!

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Imagens em boa qualidade e alta resolução para serem usadas em capas, montagens e onde mais sua imaginação mandar.

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Quebra-cabeças, jogo da memória, caça-palavras, palavras cruzadas e jogos dos sete erros. Hora de divertir e exercitar o cérebro!

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Fanfictions escritas por mim mesma sobre TMJ. Tem romance, terror, suspense, comédia, drama... é para rir, chorar e se emocionar!

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quarta-feira, 19 de novembro de 2014

TMJ#76: Umbra, a última batalha - Palpites




Finalmente a conclusão de uma das melhores sagas da TMJ. E pelo visto, vai ter muito barraco, zueira e gritaria.

Na ed. anterior, o Cebola fez mais uma das suas cebolices e a menina do lago acabou ficando com o crânio. Mais um plano infalível que vai para o ralo... agora a humanidade está lascada e ele terá que dar um jeito de arrumar essa bagunça

Boa parte dos mistérios foi resolvida na ed. 75, mas ainda tem bastante coisa. Uma delas é saber se o Xavecão é ou não o Xaveco do futuro. Se for, como ele vai ficar com a Denise? Qual é o papel dele na história? Pela capa, dá para ver que vai ter uma participação importante.

Aliás, gostei bastante da capa porque não deram um jeito de enfiar a Mônica onde não cabia. Nada contra ela, sério, mas até que é bom algumas histórias que não sejam centradas nela (e nem no drama dela com o Cebola).

A coisa ruim que Berenice trouxe ao mundo está solta e parece bem sinistra, apesar de eu estranhar um pouco esse treco de pescoço comprido com um crânio de jumento.

Já que Mônica, Cascão e Magali estão sob controle da menina do lago, então vai restar para Cebola, Xavecão, Denise e Sofia resolver esse problema. Ah, claro, também tem o Zé Beto e Crispiano. Dizem que música acalma as bestas, então de repente eles conseguem dar uma forcinha.  

É meio difícil dizer o que vai acontecer, porque a gente sempre pensa que vai rolar uma coisa e acaba acontecendo outra. Mas não preciso pensar muito para imaginar que teremos uma batalha épica, onde os mocinhos tentarão evitar que a raça humana acabe ardendo no mármore por toda eternidade.

Como vai ficar os filhos de Umbra? Na ed. 75 eles fugiram. Será que vão tentar lutar também? E será que Mônica, Cascão e Magali também lutarão do lado da Berenice e a filha dela? Eles estão manipulados e podem até querer ficar no lado negro da força por causa do feitiço.

O Emerson tinha lançado um pequeno desafio sobre a população de Sococó da Emma, 11991 e disse que esse numero tem um significado. Eu falei sobre isso aqui e parece que o palpite está certo. Pelo menos na parte das doze tribos de Israel e sobre a cidade precisar de 12000 habitantes para estar salva.

Se fossemos contar com os turistas, a cidade teria bem mais do que isso, mas parece que só vale se forem 12000 residentes, pessoas nascidas ali. Com os filhos de Umbra são sete, faltam mais duas. Uma pode ser o Xavecão, eu não sei onde ele nasceu. Pode ser que tenha sido em Sococó da Emma. A outra eu não sei. Só se derem um jeito de colocar a Berenice nesse lance.

Falando na Berenice, ainda há muitas perguntas não respondidas. O que aconteceu com ela depois que perdeu a filha? Teria sido ela quem botou fogo na própria casa e depois saiu da cidade? Até que faria sentido. Então as pessoas acharam que ela morreu no incêndio e acabaram transformando a história dela em uma celebração. Quem leu Mônica 94 deve ter visto ela na cidade distribuindo maçãs do amor, mas é claro que ela deve ter voltado com outra identidade e aparência, pois aquele corpo de velhinha não está compatível com a idade dela. Só se ela usou feitiço para mudar sua aparência por alguma razão. Vocês devem lembrar que no fim da ed. 75 ela apareceu com pernas de jumenta quando filmada com a câmera.

E outra coisa que me intriga: como ela foi parar com a Creuzodete? Essa eu vou querer ver!

Apesar de ser difícil dar palpite nessa história, dá para imaginar que após uma super batalha a menina do lago será derrotada e mandada para Umbra e as sete crianças serão libertadas. Só não sei se voltarão à vida ou serão encaminhadas o céu. E também não sei como a menina do lago será derrotada, pode ser algo relacionado com a cruz de Ior, como mostra na capa, ou com o lance de a cidade precisar ter 12000 habitantes.

Se não me engano, na mitologia Nórdica o Thor derrotou a serpente, mas depois morreu por causa do veneno. Mas caso essa história tenha usado a bíblia como base, então vão aparecer anjos, aliados, algum Deus ex machina que irá derrotar a menina do lago. Se bem que isso seria meio que repetir a solução da ed. 52. De qualquer forma, creio que teremos uma grande surpresa. Mônica, Cascão e Magali também voltarão para seus corpos e Cebola sairá de Umbra.

 Quanto a Berenice... não sei... ela pode acabar seguindo sua filha e indo para Umbra com ela, ou pode acabar morrendo. Não duvido nada de a menina do lago acabar matando a própria mãe. Num dos teasers do Emerson, tem uma fala tipo “não é seu rosto, filha. É a sua coroa”. Então ela vai ficar sem rosto? Caso sim, vai zangar com a própria mãe e acabar com ela? De vilões cruéis e malignos podemos esperar qualquer coisa.

Pode ser que com o fim da lenda, o povo da cidade desista de fazer a festa da Jumenta Voadora, talvez não. Afinal, dinheiro é dinheiro, né? Será que aquele homem da ed. 74 que tentou dizer que tudo era uma farsa vai voltar? Será que as sete crianças são filhos dele? Até que seria bonito elas reencontrarem o pai ao menos pela última vez antes de irem embora.

E será que vai ter mais um beijo entre Denise e Xavecão? De qualquer forma, ele terá que ir embora e seguir o caminho dele. Só espero que ela não comece a chorar litros.

Então, a vida na cidade voltará ao normal, Creuzodete vai seguir o caminho dela certamente sem sua assistente, Quim irá retornar com o carro consertado e a turma poderá ir embora feliz e aliviada pelo pesadelo ter acabado. E provavelmente concordando que certas coisas não deverão entrar no trabalho de escola.

O fim pode ser com eles na estrada indo embora ou na escola apresentando o trabalho, não sei. Aí fico pensando... será que vai ter tipo uma coisa sinistra no final, indicando que a história não acabou realmente? Afinal, a saga de sombras do passado ainda não terminou, então pode ser que apareça algo apontando para uma nova aventura só para nos deixar morrendo de curiosidade.

Aqui tem a imagem do Cebola segurando o crânio. Tem png e quebra cabeça.



domingo, 16 de novembro de 2014

11.991 - Significado oculto?


O pessoal está quebrando a cabeça para saber o que significa o numero 11991, que aparece na placa de Sococó da Ema indicando o número de habitantes. O Emerson disse que tem algo a ver com o Apocalipse da bíblia.

Bem... charadas não são o meu forte. Esse negócio de encontrar significados ocultos e mensagens subliminares é meio complicado para quem tem uma mente excessivamente lógica.

No início, eu achei que era preciso combinar os números para ir formando os livros e versículos do Apocalipse, mas isso não deu em nada que fizesse sentido.

Além do mais, Emerson falou que não é para separar os números, nem somar, multiplicar, whatever. Sendo assim, separar para procurar os versículos não vai dar em nada. Parece que é preciso considerar o número inteiro.

Agora, talvez a gente esteja se concentrando demais no número em si, mas esquecendo um detalhe: 11991 são quase 12 mil. E em apocalipse 14:1 fala algo assim:

Então olhei, e diante de mim estava o Cordeiro, em pé sobre o monte Sião, e com ele cento e quarenta e quatro mil que traziam escritos na testa o nome dele e o nome de seu Pai.

Tá, o que quer dizer esses 144 mil? É muito acima do número dado pelo Emerson, né? Nem tanto. Se dividirmos esse número por 12, então teremos 12000. Acontece que eles falavam das 12 tribos de Israel, entendem? Daí o lance é pegar doze mil pessoas de cada tribo, que daria o total de 144 mil.

“Ain, Mallagueta, mas o Emerson falou em 11991, não 12000!”

Mais um pouco de matemática. Somem aí nos dedos:

Os sete filhos de Umbra, que Berenice envenenou + a menina do lago + a própria Berenice, quanto é que dá? São nove pessoas. E daí?

Daí que 11991 + 9 = 12000.

Depois de ter perdido a filha e talvez simulado a própria morte, Berenice deve ter ido embora da cidade, então podemos considerar que com ela, mais as 7 crianças e sua filha, a cidade ficou com nove habitantes a menos.  

Bem... o que significa esse número 12 mil? Aí vocês me pegaram. Meu lance é mexer com números e encontrar padrões, mas descobrir significados ocultos não é meu forte.

O número 12 tem vários significados. Na tradição judaico-cristã esse número é tipo sagrado. Doze apóstolos, 12 tribos de Israel, 12 pedras preciosas do peitoral do sumo sacerdote, 12 portas da cidade de Jerusalém, a mulher celestial levava uma coroa com 12 estrelas e esse lance dos eleitos que era 12 vezes 12.000, valor que representa a totalidade dos santos.

Se pesquisarem, vão achar muitos mais significados para esse número, mas não sei se vai ajudar a decifrar a história. Pode ser que esse desfalque de nove pessoas na população original da cidade a deixe desprotegida contra as forças do mal, ou então a única forma de derrotar a menina do lago seja reunir 12 “coisas” (pessoas, objetos, sei lá!). Se bem que isso levaria muito tempo e a revista só tem 120 páginas. Talvez esse numero 12 seja tenha a ver com algo que evite o “apocalipse” que poderá acontecer caso a menina seja libertada. Pode trazer algum ser divino ou poderoso para lutar com ela.

Agora, contando as sete crianças de Umbra mais os quatro da turma, são 11 pessoas que Berenice ofereceu em troca da alma de sua filha. Quem seria a 12ª pessoa? O Xavecão? Ou isso não tem nada a ver? Afinal, na última página eu só vi três covas, a não ser que ela tenha aberto mais uma esperando a última pessoa chegar.

Ou esse número 12 simplesmente signifique que a menina só tenha até meia noite até completar o ritual, pois se não me engano, tudo está acontecendo durante o festival da Jumenta Voadora, que cai no dia 31 de outubro, também o dia das bruxas. Mas o dia das bruxas só vai até meia noite. Depois disso, é dia de todos os santos. Pode ser que nesse dia, a menina do lago perca seu poder e o ritual não poderá mais ser feito. Se ela enfraquecer, poderá ser derrotada e mandada para Umbra.

Bem... vocês podem dizer que minha análise não está correta porque eu somei nove ao numero 11991 para dar os 12 mil e o Emerson tinha dito que não era para fazer isso. É que no meu entendimento, ele tinha dito que não era para somar nem multiplicar os algarismos do número, tipo 1 + 1 + 9 + 9 + 1 e coisas do gênero. Então nessa análise eu considerei o número inteiro. Se está correto é outra história e só vamos saber quando sair a ed. 76.  

Bem, acho que por enquanto é isso. O restante vai ficar no dia em que sair os palpites. Espero que isso ajude vocês a pescarem mais alguma coisa da história.



sábado, 15 de novembro de 2014

Começo de uma nova fanfic


Sabe, me deu vontade de escrever uma nova fanfic. Essa será bem incomum, mas é algo que me deu vontade de escrever e confesso que não sinto essa vontade há muito tempo, aquela inspiração de ir escrevendo sem parar. Então vou aproveitar e escrever. Hoje fiz o primeiro capítulo e só pretendo publicar quando estiver pronta.

Essa fanfic é centrada no Chico, o que é inédito para mim. Ultimamente tenho gostado muito das histórias dele e para as idéias que estou tendo, ele se encaixa melhor do que a turma.

O nome da história será “quando as luzes se apagam” e aqui está o primeiro capítulo. Dêem uma olhada e me falem o que acharam:

Capítulo 1

- Ah, como é bom poder relaxar um pouco. Que canseira, sô! – Chico falou sentando no banco do parque feliz por ter um pouco de folga na sua vida sempre corrida. Era estudo sobre estudo, trabalho atrás de trabalho. Quantos empregos ele tinha mesmo? Ele tinha perdido a conta.
- Veio relaxar um pouco, não é? – Seu Pereira perguntou sentando-se ao lado dele.
- Pois é, tô precisando descansar um pouco. Essa vida tá corrida demais!
- Acho que tudo está corrido hoje, Chico. A vida das pessoas é trabalhar, trabalhar e trabalhar. Ninguém mais tem tempo para as coisas simples como sentar num parque e contemplar a natureza.

O rapaz olhou para o lago, onde os marrecos nadavam tranquilamente sem terem que se preocupar com estudo, trabalho, carreira e futuro. Que vida boa a deles! Sua única preocupação era com as migalhas de pão que as pessoas jogavam no lago, apesar das reprimendas do seu Pereira.

Ele sentia falta da vida simples na roça, quando podia aproveitar as coisas boas sem tantas preocupações. Mas ele cresceu, estava se tornando adulto, então tinha que assumir a responsabilidade por sua vida. Não dava mais para viver às custas dos pais. Adultos tinham que trabalhar, ganhar dinheiro, pagar as contas e cuidar da família.

Algumas pessoas passavam perto do lago sem nem pararem para ver sua beleza. Estavam apressadas, mergulhadas em seus pensamentos e preocupadas com diversos problemas. Conta para pagar, emprego, chefe exigente, talvez problemas familiares, filhos, questões de saúde... tantas coisas!

- Veja como essas pessoas vivem. – seu Pereira falou tirando-o dos pensamentos.
- Quando as vejo, me pergunto se isso deveria ser vida. Acordar, trabalhar para ganhar dinheiro, comprar quinquilharias inúteis, comer comida ruim, passar raiva e stress e dormir para acordar no dia seguinte e fazer tudo de novo.
- Olhando assim, parece ruim. Mas acho que é assim mesmo... os problemas da vida pegam a gente de jeito!
- Não sei não, rapaz. Será que as pessoas deveriam se sacrificar tanto para sobreviver? É triste ver pais e mães de família trabalhando tanto, sacrificando a saúde e o bem estar só para dar o básico aos filhos. E também tem pessoas que só querem comprar, comprar e comprar e acabam trabalhando mais do que precisam, acabando com a própria saúde. Isso é natural?
- Se é natural eu não sei. Só sei que quero me formar, voltar para vila Abobrinha formado como agrônomo e ajudar meu pai no sítio dele. Vou fazer muitas melhorias, produzir mais e dar um descanso pra ele, coitado. Ele e minha mãe trabalharam demais.
- Bonito da sua parte, não nego. Mas o trabalho não é algo ruim. O problema é viver só para trabalhar, consumir, trabalhar, consumir... uma vida sem sentido que nem as pessoas sabem por que vivem.
- Isso é. Eu não quero viver assim não. Quando eu casar com a Rosinha, vamos viver uma vida tranqüila e nossos filhos vão crescer correndo no chão de terra, brincando com os bichos e nadando no rio. Não quero que fiquem igual essas crianças da cidade que as mães nem deixam brincar direito.

Os dois conversaram sobre vários assuntos e Chico ajudou o velho homem em alguns serviços pesados. Quando a tarde estava caindo, Chico precisou ir embora porque tinha que estudar para colocar a matéria em dia. Após se despedirem, seu Pereira ficou olhando o rapaz se distanciando. O homem estava apoiado em sua vassoura, apenas observando.

Alguns pássaros voando no céu fizeram-no olhar para cima. As aves pareciam agitadas e estranhas. O ar a sua volta estava estranho.

- Que os céus iluminem e protejam esse rapaz. – ele murmurou bem baixo sentindo grande tristeza e pesar.

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- Tenha santa paciência, Jura! Eu preciso estudar! – Lee gritou irritado com o som alto do amigo que nunca parecia querer nada com nada.
- Hein? Eu não tô ouvindo! – o rapaz respondeu mexendo o corpo como se estivesse tocando uma guitarra invisível. Foi preciso que Chico entrasse na sala e diminuísse o volume do som.
- Dá um tempo, rapaz! A gente precisa estudar.
- Blé, seus chatos! Deixa eu ser feliz, vai!
- Então vai ser feliz lá longe, eu tenho muitas coisas para estudar.
- Relaxa, Lee! Daqui a pouco você vai ficar todo esclerosado!
- Grrrrr! Assim não tem quem agüenta!

Chico deixou os dois discutindo e voltou para o quarto. Jacob também estudava em silêncio e só falou para perguntar.

- O Jura não chiou quando você abaixou o som?
- Claro, mas a gente tem que estudar. Ô lasqueira, tô com muita matéria atrasada!
- Também, com trocentos empregos! Não sei como você agüenta.

Ele deu de ombros.

- Não tem outro jeito. Meus pais estão passando dificuldade e não vão agüentar me sustentar e ainda pagar a faculdade. Tenho que me virar sozinho. 
- Que vida... tem hora que eu fico mesmo cansado disso tudo. Será que não tem outra alternativa? A vida tem que ser tão corrida e sacrificante assim?

A pergunta ecoava na sua cabeça enquanto ele tentava se concentrar no livro. Era bem parecido com a conversa que ele tivera com seu Pereira mais cedo naquele dia. Em alguns momentos, ele se deixava absorver pela vida na cidade grande. Outras vezes ele parava para se perguntar qual era o sentido de tudo aquilo.

Claro que ele queria progredir, melhorar sua vida e a da sua família. Trabalho e esforço nunca o deixaram assustado. Ele podia ter sido meio preguiçoso e indolente na infância, mas depois de crescido, Chico se tornou muito trabalhador e responsável. Ainda assim ele se sentia sobrecarregado, massacrado por tantas coisas que precisava fazer só para poder estudar e pagar suas despesas.

Ele nunca foi consumista, não comprava roupas caras, nem tinha carro, também não ia a festas, baladas, não bebia, não fumava e não era do tipo que pagava mais por produtos só por causa das marcas. Diferente do Genesinho, que adorava gastar rios de dinheiro, ele vivia uma vida simples, sem luxo e ostentação. Ainda assim era difícil viver todos os dias. Tinha o aluguel, a faculdade, comida, material de estudo, as despesas do apartamento...

Talvez para questionamento do seu Pereira fosse certo. Fazia sentido as pessoas trabalharem tanto só para terem o básico? Se fosse para ter uma vida luxuosa, tudo bem. Era justo trabalhar e se esforçar mais. No entanto, ele quase se matava só para manter o básico. Não, isso não era normal. Pelo menos não deveria ser. 

Ele estudou durante o resto da tarde e só largou os livros para jantar. Quer dizer, comer comida congelada feita no microondas. De vez em quando ele fazia comida caseira, para deleite dos colegas. Era muito bom cozinhar, usar ingredientes frescos e saudáveis, comer algo feito na hora e sem conservantes. Só que ele não podia se dar a esse luxo todos os dias. A rotina diária não permitia gastar muito tempo na cozinha. Tudo tinha que ser rápido, fácil, ficar pronto em poucos minutos apertando só alguns botões.

Os rapazes comiam conversando entre si, aparentemente não se importando em comer comida industrializada. Eles aceitavam isso como normal e não questionavam. Lee mantinha o nariz enfiado no livro, só desviando os olhos da matéria para colocar na boca uma garfada de arroz a grega com macarronada ao molho branco, peito de peru, cenoura e ervilha. Tudo com sabor artificial e aparência que não tinha nada a ver com a foto da embalagem. Para quem estava tão acostumado a comer comida caseira, feita no fogão de lenha e com ingredientes frescos, aquela coisa artificial descia com grande dificuldade. E para beber, um refrigerante da marca Dolly.

De sobremesa, cada um comeu uma barrinha de chocolate e todos voltaram aos seus afazeres após uma pequena discussão sobre de quem era a vez de lavar a louça. Acabou sobrando para o Chico.

“Que saudade da vila Abobrinha... um dia vou voltar pra lá e virar um grande fazendeiro!” em seus sonhos, ele se imaginava comprando as terras vizinhas ao sítio do seu pai e usando técnicas modernas e avançadas de cultivo para tirar o máximo de proveito do solo e aumentar a produção. Com o dinheiro, ele pretendia melhorar a casa dos seus pais, dando a eles mais conforto. E também planejava construir uma linda casa para viver com Rosinha e seus futuros filhos.

Felizmente ela queria continuar morando no interior, exercendo o trabalho de veterinária. Isso tornava a vida deles totalmente compatível, o que era bom. Eles podiam viver juntos, com cada um fazendo o que lhe dava prazer.

Enquanto lavava a louça, ele olhava pela janela com o olhar perdido, observando as luzes da rua e dos outros prédios. O céu estava limpo, mas ele não pode ver as estrelas por causa de tantas luzes. Carros, prédios, postes, outdoors, letreiros luminosos... tantas coisas brilhando ao mesmo tempo! Um sentimento desagradável invadiu seu peito. Era algo que oprimia, causava ansiedade e um grande incômodo.

Seu estômago mexia de forma estranha e ele sentia calafrios pelo corpo inteiro. O rapaz parou o que estava fazendo e continuou olhando a paisagem pela janela. Alguma coisa ali estava muito estranha. Sua intuição lhe dizia que algo estava acontecendo, ou prestes a acontecer. Um vento soprou em seu rosto e tinha cheiro de mudança.

Um brilho fraco passou pelo céu, fazendo-o ter um sobressalto. Será que ele tinha visto direito ou era só sua imaginação?

- Ara, acho que tô pensando demais, isso sim! – ele falou consigo mesmo e tratou de terminar todo o serviço e voltar aos estudos. De que adiantava reclamar da vida cansativa que estava levando? Ele sabia que era apenas temporário e também necessário para que pudesse ter algo melhor. Tudo aquilo era por uma boa causa e para alcançar os objetivos, era preciso trabalhar duro e perseverar. Pensando assim, ele terminou de lavar a louça e voltou para o quarto.

Ainda assim aquele sentimento estranho persistia, lhe incomodando de forma dolorosa.

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Duas horas da manhã. Um clarão forte encheu o céu em algumas partes, fazendo um belo espetáculo com luzes em diversos tons de verde e rosa. Poucas pessoas viram esse espetáculo incomum da natureza, geralmente visto apenas nas regiões polares da Terra.

Então as luzes se apagaram. 

 

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

TMJ#75: Umbra mistério revelado?- Críticas




Se eu tivesse que escolher uma palavra para descrever a ed. 75, seria algo tipo “meldels!” sim, foi basicamente isso que eu senti à medida que fui lendo a história. Acho que não tem outra definição.

Foram muitas surpresas e vi que errei em boa parte dos meus palpites. Tranqüilo, as histórias do Emerson são mesmo imprevisíveis.

O começo já foi bem intrigante. No final da ed. 74 muitas coisas ficaram no ar, como se faltasse algumas lacunas a serem preenchidas. Então nesse começo mostrou coisas que aconteceram e não vimos, como a Berê dando as fantasias para Mônica, Magali e Cascão e o que aconteceu com o Cebola depois que todo mundo foi para a festa.

Enquanto isso, Denise paga alguns micos por causa do Conversão... digo, Xavecão. Sim, essa parte foi realmente demais e eu rachei de rir. E elas falando dele como se ele nem estivesse por perto? Difícil não rir dessa parte. A atuação da Denise, como sempre foi incrível, inclusive na parte dela falando que está para nascer o homem que pensa que manda nela. É isso mesmo, garota!

As cenas da festa e do Cebola na casa no meio da floresta foram entrelaçadas de um jeito fantástico, pulando de um ambiente para outro e deixando o leitor morrendo de curiosidade e suspense. E também detalhou tudo o que tinha acontecido mais para o final da ed. 74 e respondendo várias perguntas, tipo onde o Cebola tinha encontrado aquela chave de ossos e de quem era aquela mão atrás dele na hora de abrir a porta.

Também descobrimos como ele esborrachou no abismo do outro lado da porta, mas aposto que todo mundo deve ter ficado confuso quando ele levantou-se aparentemente sem nenhum ferimento.

Será que mais alguém aí levou um susto quando a fadinha mostrou a cara dela? Rapaz, que coisa bizarra!

Fazer a crítica dessa edição é meio difícil porque os fatos e eventos vão se entrelaçando, são muitas coisas e detalhes para falar. Essa edição ao mesmo tempo detalhou o que aconteceu na ed. 74 e acrescentou coisas novas e intrigantes também, respondeu várias perguntas e levantou outras.

Acho que a parte mais complicada para os leitores foi quando o Cebola gritou ao ver o carro da Berê e a turma ouviu. Depois apareceram sósias da Mônica, Cascão e Magali na floresta. Quer dizer, como a turma ouviu o Cebola? Como sabiam que ele tinha encontrado com os sósias?

Bom... pelo que eu entendi, ele ficou preso dentro da Umbra, que é uma dimensão paralela a nossa. Do jeito que Berenice explicou. Ao que parece, ele não está totalmente morto porque essa dimensão é tipo um limbo, uma situação indefinida onde a pessoa aguarda seu destino (embora eu não acredite em céu e inferno). Isso explica o porquê dele ter levantado inteiro depois da queda, ao invés de vermos apenas o espírito saindo do seu corpo,

Nesse estado, ele pode ser ouvido, mas não visto porque não tem experiência como os filhos de Umbra têm. Os três viram seus sósias porque os filhos de Umbra podem se tornar visíveis, por isso a Mônica alertou o Cebola de que o que ele estava vendo era falso.

Então vêm as explicações. Berenice explica um pouco e Creuzodete complementa contando a verdadeira história da Jumenta voadora, o que foi bem inesperado. Quer dizer, quem ia imaginar que a menina do lago era na verdade uma pirralha empestiada que sentia raiva das crianças da cidade?

Isso mostra que nem todas as histórias que nos contam podem ser tidas como verdadeiras. As pessoas mudam, tiram detalhes e acrescentam outros de acordo com seus interesses. No caso da cidade, havia o interesse em transformar aquela história em algo que atraísse dinheiro e turistas.

Aquela cruz que sempre aparece na história realmente existe, assim como o sistema nortumbriano que é um antigo alfabeto rúnico. Essa runa, chamada de Ior, simboliza o mal necessário. Tipo aquela coisa que não tem remédio e o jeito é aceitar da melhor forma possível já que ficar revoltado e criar resistência podem atrair mais problemas e sofrimentos.

Mas não é só isso. Essa runa também está associada a Jörmungandr, uma serpente do mar na mitologia nórdica. Também era conhecida como a serpente do mundo, porque de acordo com a lenda, ela era tão grande que conseguia cercar a Terra e seus movimentos causavam terremotos e tsunamis. Diziam que quando ela fosse solta, o mundo ia acabar porque isso afetaria o equilíbrio. Deve ser por isso que Creuzodete gritou apavorada “a serpente está voltando!”.

Essa runa também representa a dualidade, tipo claro/escuro, matéria/espírito, masculino/feminino. Tudo mantido em harmonia, sem que um prejudique o outro.

Ao contrário do que muita gente fala, não se trata de coisa do demônio, satanismo, símbolo da besta, etc. não quero aqui dar uma aula de história sobre runas, mas acho que seria bom se pesquisassem um pouco para saberem do que se trata.

Voltando a história, fiquei realmente surpresa ao saber que a fadinha é quem tinha atacado as crianças e não o contrário. Ainda mais com a revelação de que ela é o espírito mais manipulador e maligno que já existiu. Sinistro, hein? Seria ela a tal serpente que caso fosse solta poderia destruir o mundo?

A passagem do Cebola dentro de Umbra deu até um pouco de aflição, porque ele ainda não tinha percebido que estava morto e ainda passou aperto com as crianças fantasmas. A cena onde o nariz dele sangrou por causa da Sangria foi até um pouco forte considerando a classificação da revista, mas é claro que eu gostei.

Mas no fim ele acaba se entendendo com as crianças quando percebe quem é o vilão e quem é a vítima. Então vemos que os filhos de Umbra não são maus, estavam apenas tentando evitar uma grande tragédia. Aí vem a revelação mais chocante da história.

Quer dizer, que a menina podia ser o grande vilão por detrás disso tudo eu já apontei como possibilidade nos palpites da ed. 75. Mas quem poderia imaginar que Berenice era a mãe dela e também estava por detrás da maracutaia toda? Por essa ninguém esperava, certo? Afinal, ela sempre pareceu boa, tipo uma velhinha doce e bondosa, uma vovozinha mesmo. Então descobrimos que ela não só era a moça dos tapaueres, como também envenenou (tipo assim, matou!) as sete crianças e agora está querendo libertar um grande mal que vai detonar com a humanidade. Oi?

Quem leu a Turma da Mônica 94, onde a turminha vai para a festa da jumenta voadora junto com Xaveco e o pai dele, deve lembrar da parte em que a Berenice oferece maçãs do amor e Cebola fica com medo achando que estavam envenenadas. Então a gente descobre que ela envenenou pessoas de verdade! Incrível, não? Quer dizer que no fim das contas ela é uma psicopata sem coração! Ou talvez apenas uma mãe que não soube lidar com a dor de perder a filha. Se repararam, ela ainda parece acreditar que as sete crianças realmente causaram a morte da filha dela. Tipo, acha que a fadinha é a vítima da história, não o contrário.

O que me deixou assim meio confusa foi que esse evento se passou tipo uns vinte anos atrás, certo? O problema é que a Berenice tem cara de quem está beirando os 80, talvez 90 anos. Se ela era mesmo a moça dos tapaueres, então não deve ter mais do que 50 anos (lembram quando ela fala que não tinha idade para ser bisavó?), só que a aparência dela não está de acordo com essa idade. Mesmo na TM 94 ela já estava com a aparência bem velha, o que é estranho. E como ela foi trabalhar com a Madame Creuzodete? Será que ela sabia desse detalhe na vida da Berenice?

E como se as coisas não estivessem sinistras o bastante, a Berenice envenena a Mônica, Cascão e Magali. Facada nas costas é pouco, viu? Sim, porque ela se fez de boazinha durante quase duas edições para mostrar a verdadeira face no fim da segunda. E a cena final dela enterrando os três no cemitério de Umbra foi de dar calafrios, nunca houve nada igual na TMJ.

Essa edição foi bem sombria, mas com toques de humor da Denise que ajudou a suavizar sem, no entanto, tirar o foco da história. Ainda não foi explicado quem é realmente o Xavecão e esse lance de a história se repetir. Ainda não sabemos se ele é de fato o Xaveco ou o primo dele.

Outra coisa que adorei, claro, foi a participação da D. Morte, apesar de ainda não saber se realmente gosto ou não do novo visual dela. Quer dizer, aquele pano na cabeça cobrindo os olhos ainda não me convenceu. Continuo preferindo capa com capuz. Essa mudança foi bem ousada porque até então a aparência dela sempre foi meio andrógina desde os gibis.

A personalidade dela pareceu ter mudado um pouco também, já que os filhos de Umbra estranharam ela ter feito uma piada e nos gibis ela tem senso de humor. Mas acho que para essa saga foi necessário. Só senti falta da foice, que é algo característico dela. Dessa vez ela apareceu bem mais do que nas ed. anteriores e teve uma participação de verdade, interagindo mais com os personagens e tendo falas mais importantes.

Uma pergunta: eu deveria estar surpresa com o Cebola fazendo cebolices e condenando a humanidade? Eu não sou cebônica, mas estou começando a achar que é melhor a Mônica voltar para ele logo porque sozinho ele é uma arma de destruição em massa ambulante! Alguém tem que mantê-lo na rédea curta. 

Tudo isso por causa da atitude arrogante dele e também por sua ambição sem limites, como Creuzodete explicou muito bem e o que ela disse é mesmo verdade. Semelhante atrai semelhante e se o Cebola andou atraindo o espírito mais maligno e manipulador que já existiu, então boa coisa ele não deve ser! Ele pode até não ser maligno, mas é bem manipulador e acima de tudo arrogante, a ponto de não pensar nas conseqüências das suas atitudes. Vamos ver se ele consegue dar um jeito nisso ou nunca vai ter outra chance com a Mônica.

E para quem quiser outra opinião, assistam ao vídeo:

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

CBM#14 - Ajuste de contas: críticas

Custou, mas finalmente pude ler a CBM 14, que estava até ansiosa para ler porque fiquei curiosa para ver como era o irmãozinho da Anna.

Depois de ler Umbra, que de quebra tem uma imagem bem sinistra na última página, nada como uma história mais leve e divertida para aliviar a tensão, né?

A história foi relativamente simples. O irmão brucutu da Anna veio para o Brasil ter uma conversinha com o Genesinho. Ao ver o tamanho da criança, o playboyzinho resolve fugir para não morrer e começa a perseguição. Grande parte da revista foi basicamente isso. O Genesinho escondendo de tudo quanto é jeito e o Brucutu conseguindo encontrá-lo.

Isso teria ficado chato, maçante e repetitivo se não fosse a criatividade ao criar situações engraçadas em cada esconderijo e também o bordão “Where. Is. The. Guy?” visto em todo lugar que o Jack (ou Jeca, no entendimento do Chico) aparecia. A parte onde ele fica na casa da Ferrugem é a melhor de todas, assim ele teve que fazer um pouco de serviço braçal e ser tratado como empregado para ver como as outras pessoas sentem.

O Zé da Rússia todo valentão no início e depois botando o Gene para fora com medo do americano também foi bem engraçado. Até que teria sido legal ver os dois frente a frente. O irmão da Anna é mesmo gigantesco!

E ao longo da história podemos ver mais da personalidade do Gene, que se consolidou como um filhinho de papai egoísta, idiota e insensível. Tanto que chegou a mencionar Anna, Bem... é o Genesinho filho do coronel, então nada de extraordinário.

Foi até bom ele ser trazido para a história porque o Vespa não estava funcionando muito bem como antagonista para o Chico.

O diálogo dele com o pai pedindo proteção foi realmente hilário, especialmente quando o coronel repreende o filho por achar que está com medo do gringo por causa de um chapeuzinho colorido e manda comprar um mais verde e maior. Bem... acho que o coronel não tem lá muito direito de reclamar, porque o filho ficou assim por causa da educação que recebeu. Muitos pais acham que a melhor forma de educar um filho é encher de dinheiro, presentes e fazer todas as suas vontades. Aí acaba criando um monstro e depois pergunta onde foi que errou.

Por isso mesmo acho muito engraçado ele querer ficar com o filho da Anna alegando que ela não saberia criá-lo. Bem... como o próprio Chico falou, ele também não é grande exemplo de pai. Pelo menos, agora, está tentando consertar o erro parando de resolver todos os problemas do filho. Já é alguma coisa.

Outra coisa legal é ver como Anna vai crescendo aos poucos, deixando de ser a gringa fresca e antipática para se tornar uma pessoa mais responsável e que cuida de si mesma ao invés de ficar pendurada nos outros. Claro que ela está passando por problemas de adaptação, já que trabalhar na lanchonete é muito diferente do que ela estava acostumada. Sem falar os problemas de idioma (traduzir contra filé como against beef foi uma boa sacada. Algumas coisas confundem mesmo).

Antes ela era tratada como princesa, agora vai ter que abaixar um pouco a bola e aprender a ter mais humildade. Confesso que às vezes me pergunto por que ela não voltou para os EUA onde tem família, mas acho que o fato de estar grávida traz várias complicações. E convenhamos, vai ser muito legal ver ela crescer como pessoa e a história dela é algo que vai ser legal de acompanhar.

Ah, e esse grande coração do Chico que preocupou até em ajudar um desafeto de infância. Eu teria deixado ele se lascar. Sim, sou muito cruel. Eu é que não vou arriscar meu lindo pescocinho por uma pessoa da qual nem gosto e que sempre me maltratou a vida inteira. Eu lá tenho cara de Madre Tereza por acaso?

Pelo menos a história terminou bem. O final não é exatamente original, é um clichê tipo: “pensar que o cara grandão e com a força de dez gorilas quer estraçalhar todo mundo, mas no fim mostra que é boa pessoa”. Ainda assim foi um bom final e serviu para dar um pequeno sacode no playboyzinho para ver se ele toma vergonha na cara. Claro que o caminho é bem longo e talvez isso nem aconteça. Seria chato perder um bom antagonista. Mas enfim... se ele conseguir se comportar com o mínimo de decência de vez em quando já estará de bom tamanho. Foi bom vê-lo passando por alguns apertos e contando com a ajuda das pessoas de quem antes fazia pouco caso.

O final foi bem simples, com os dois conversando e se entendendo. Ou melhor, apenas o Genesinho falando, já que o Jack não falava praticamente nada. Confesso que senti falta disso, acho que ele poderia ter tido mais falas. Ele acabou ficando o típico brutamonte que intimida os outros (ainda que só com a presença), mas não fala praticamente nada. 

Fora isso, acho que não tenho outra restrição. A história foi simples, divertida, desenvolveu um pouco mais o caso da Anna e sua gravidez, inclusive já começando a mostrar a barriga dela e nos deixou curiosos para saber como essa história vai terminar. Ela vai continuar morando no Brasil depois que o filho nascer? Voltará para os EUA? Será que existem chances de ela e o Genesinho se acertarem? Eu espero que ela não acabe ficando com ele, seria um destino muito triste. Mas é bem provável que ela enfrente muitos problemas com o coronel que vai querer tirar a criança dela. Afinal, ele é rico, pode pagar trocentos advogados e deve querer muito ficar com esse neto. Vamos ver como as coisas vão ficar no futuro.

Agora estou doida é para ler a ed. 15, onde um fantasma vai assombrar a faculdade. Não sei se mais alguém notou, mas eu a achei bem parecida com a Bianca, tirando aqueles dentes afiados. Acho que é por causa do cabelo super comprido e as roupas meio rasgadas. Tomara que saia logo, a história promete ser boa!

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