Nesse mês:

Durante seus jogos online, Cebola conhece uma garota gamer muito interessante. Mas será que ela é mesmo quem diz ser?

Imagens e png's

Imagens em boa qualidade e alta resolução para serem usadas em capas, montagens e onde mais sua imaginação mandar.

Jogos

Quebra-cabeças, jogo da memória, caça-palavras, palavras cruzadas e jogos dos sete erros. Hora de divertir e exercitar o cérebro!

Fanfictions

Fanfictions escritas por mim mesma sobre TMJ. Tem romance, terror, suspense, comédia, drama... é para rir, chorar e se emocionar!

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Unidos conseguiremos venceremos. Vamos formar uma grande família de blogs!

quarta-feira, 20 de maio de 2015

TMJ#82: Um novo amor? - Palpites



É. Já saiu a capa da ed. 82.

Um longo suspiro cansado.

Mais uma edição envolvendo Cebola, jogos e garota gamer/personagem de jogo.

Outro suspiro cansado.

Sabe, eu até estava bem desanimada com mais uma historinha sobre romance e drama adolescente, mas o Cassaro falou que apesar do título, não vai ter muito romance. É mais ação, barraco e gritaria mesmo (do jeito que eu gosto!) e ainda vão matar uns insetos no meio do caminho. Agora assim! Fiquei tão animada que num instante surgiu inspiração para fazer o cabeçalho do blog, apesar de ter usado png’s que peguei no TMJ Wallpapers e um fundo que achei no Google ao invés de fazer minhas próprias imagens.

Parece que a história é meio que baseada num jogo chamado Starcraft, que é um jogo de estratégia militar e ficção científica. Tipo, o jogador vai formando exército, construindo fortaleza para se proteger dos inimigos e acho que isso acontece em um mundo alienígena, pelo que entendi. Aliás, vocês podem ver que a imagem do Cebola que aparece no sinopse da próxima edição é muito parecida com a do game.


Então parece que vai rolar muita ação nessa história e no meio disso, ele vai flertando com a jogadora bonitinha, se une com ela para derrotar os inimigos, um ajuda o outro (ou pode ser que ela o esfaqueie pelas costas, vai saber), coisas assim. Até certo ponto, pode ser algo semelhante a ed. do dono do mundo, onde no início ele meio que rejeitou a garota mas depois a aceitou e fez amizade com ela.

Então, se é história de ação e pancadaria, acho que fica difícil dar palpites sobre o que vai acontecer já que o romance é só um temperinho a mais, não algo que vai tomar conta de tudo (ainda bem!).

Mas vamos tentar arriscar alguma coisa. Cebola conhece novo jogo e nele encontra uma garota com a qual talvez se apaixone. Mas tudo vai ficar no virtual por um tempo, cada um jogando de um lado e só interagindo no jogo. Não sei se eles vão marcar algum encontro ou se tudo vai se acabar no final do jogo mesmo.

Onde a Mônica entra nessa história? Bem... pode ser que a participação dela nem seja tão grande assim, de repente ela só apareceu na capa para despertar a curiosidade dos leitores e deixar todo mundo de cabelo em pé. Mas pode ser que ela fique sabendo dessa nova “amizade” dele e se sinta desconfortável com isso. Mesmo não o amando mais, admito que pode doer um pouco no ego dela saber que ele desencanou e partiu para outra. Isso é normal e acontece com mais freqüência do que vocês imaginam. Nem sempre é amor, só um pouco de orgulho ferido. Às vezes a pessoa pode ter um pouco de possessividade com o(a) ex.

Afinal, ele correu atrás dela por tanto tempo e agora pode estar partindo para outra. Isso meio que deixa a pessoa com orgulho ferido. Mas ela terá que lidar com esses sentimentos e aceitar que o Cebola está livre para ficar com quem ele quiser.

Tá, mas e o Cebola e a nova amiga dele? Pode ser que a Mônica acabe desconfiando que tem alguma coisa errado e tente avisá-lo, mas ele irá interpretar como ciúme e não vai querer ouvi-la. No fim, ele descobre que ela estava certa, que a garota não era o que ele pensava e os dois acabam se entendendo (no sentido da amizade, apenas). Um enredo que não deixa de ser previsível.

Em um jogo, a pessoa pode criar um avatar do jeito que quiser, interpretar um personagem, etc. não dá para saber quem está do outro lado de verdade.

Mas analisando a capa, a gente vê que o Cebola está com um headphone. Então parece que as pessoas podem se falar durante o jogo, daí a tal garota pode mesmo ser uma garota. Mas quem ela seria na vida real? Alguém mal intencionado? Algum vilão disfarçado? Ou apenas alguém que no fim não vai querer nada com ele?

E se não for nada disso? Será que o Cebola vai mesmo encontrar um novo amor? O Cassaro disse que o título foi dado pelo estúdio e não vai ter muito romance nessa história, mas pode ser o início de algo, certo? Talvez essa garota tenha uma personalidade forte, seja corajosa, independente, confiante, talvez um tanto temperamental, algo que lembre a Mônica. Pode ser que ele fique admirado com essas qualidades e no fim descobre que não é nada disso. Já pensaram se é só a Irene por detrás do personagem? Vocês sabem que a Irene é meio que o oposto da Mônica em se tratando de personalidade. E vocês sabem também que a Irene não quer nada com o Cebola, então danou-se, coitado!

No casal Mônica e DC outros roteiristas não podem mexer porque é a Petra quem está cuidando deles, mas não sei se isso se estende ao Cebola, já que faz parte do triangulo amoroso. Se for, então é pouco provável que ele arrume uma namorada nessa edição.

Well, só lendo para saber. Se antes eu estava meio desanimada, agora estou bastante curiosa e doida para ler.

Mas ainda assim não pode deixar de ficar meio chateada por ver mais uma edição focada no Cebola. Não tem nada a ver com minha birra, eu juro. Acontece que ultimamente a gente só está vendo: Mônica, DC e Cebola. Cascão e Magali quase não aparecem mais. Aliás, a última edição onde o Cascão, sozinho, teve papel de protagonista foi a 47 e a Magali a 53. Na ed. 60 a história foi mais centrada em Carmem e Cascuda. A ed. 67 foi para os dois, mas não teve nenhuma ação ou aventura que esses personagens merecem. Pensando bem... acho que a última vez que vi Magali tendo alguma história de aventura mesmo foi no seu especial a cores. Fora isso... nada.

Então minha queixa não é por causa do Cebola, é pela falta de variedade mesmo. Sei que não é culpa dos roteiristas, eles só fazem o que a direção manda fazer, mas acho que essa mesma direção deveria entender que eles estão saturando demais a TMJ mostrando só esses três personagens.

sexta-feira, 15 de maio de 2015

TMJ#81: Circo Macabro, fim do show - Críticas




Quem aí já leu a ed. 81? Pois é, que saga não? E todo mundo estava esperando a conclusão da história porque muitas perguntas tinham que ser respondidas.

Sem querer ficar me vangloriando, parece que dessa vez minha taxa de acerto foi mais alta do que a média. Quem leu meus palpites já deve ter visto. Então não há exatamente muito que comentar.

Mas é claro que eu não posso deixar de comentar sobre a atuação da Magali, que precisou colocar ordem no barraco e acabar com os chilique do Cebola. Sim, mesmo depois de tudo, ele ainda achava que a vida da Mônica continuava girando ao redor do seu umbigo a ponto de querer fugir de casa só por causa dele. Foi meio tenso vê-la sendo tão dura, mas eu gostei bastante.

E parece que agora ela vai meio que ficar do lado dele, porque viu que ele se arrependeu de verdade e está tentando consertar tudo. Sem falar que por causa do rompimento deles, a amizade ficou comprometida e nesse ponto ela está certa: não pode acabar com uma amizade de muitos anos só por causa de um rolo que não deu certo.

A rotina da Mônica com o DC no circo foi bem mostrada e eu queria mesmo vê-los interagindo com os outros integrantes e até saber da história deles, o que foi legal de se mostrar.

Confesso que no início eu fiquei indignada por eles não terem mostrado sensibilidade e empatia com o sofrimento da Mônica, que tinha sido raptada, afastada dos amigos, família, escola, etc. e insistiam em mantê-la ali mesmo sabendo que ela não queria. Mas então, vendo como eles defendiam o Dante, comecei a achar que aquilo parecia síndrome de Estocolmo. O que é isso? A Wikipédia diz o seguinte:

“Síndrome de Estocolmo (Stockholmssyndromet em sueco) é o nome dado a um estado psicológico particular em que uma pessoa, submetida há um tempo prolongado de intimidação, passa a ter simpatia e até mesmo sentimento de amor ou amizade perante o seu agressor.”

Aí deu para entender o lado deles. Quer dizer, todos foram rejeitados e tiveram problemas para conviver com as pessoas. O Galileu, coitado, foi escorraçado para fora de casa com espingarda e tudo, já o Drakko foi vendido pelos próprios pais e nem tem liberdade para andar na rua sossegado. Cada um tem sua história triste e o circo era o único lugar onde podiam viver em segurança sem serem perseguidos ou hostilizados.

E o Dante sempre procurou lembrá-los disso, deixando bem claro que fora do circo eles não iam ter nenhuma chance. Isso não deixa de ser abuso psicológico e pelo chicote, dá para ver que rolou abuso físico também. Aliás, o Dante tem perfil típico de agressor. Tratava mal os artistas, praticava abuso físico e emocional e ainda agia como se tudo aquilo fosse para o bem deles.

Depois de tanto tempo sofrendo abuso, eles acabaram acreditando que o Dante era sua única esperança e ficaram dependentes dele a ponto de não conseguirem mais pensar com clareza. Quer dizer, o rapto da Mônica e do DC foi totalmente errado, mas dizem que a síndrome de Estocolmo meio que deixa a pessoa sem noção da realidade, elas não percebem que aquela situação é errada e em muitos casos acabam justificando as ações do agressor como se aquilo fosse normal. Em casos de violência doméstica vemos muito isso. Depois de um tempo, o pessoal do circo passou a ver as coisas de outra forma e isso explica eles não terem achado tão ruim e desastroso a Mônica ter deixado sua vida para trás. A Meduzza mesmo achava que isso era o melhor para ela, que no fim era uma coisa boa porque ali ela podia usar seus talentos sem que as pessoas ficassem com medo.

Afinal, eles gostavam de trabalhar no circo apesar de tudo, pois se viam como artistas. Tanto que até ficaram meio ofendidos quando a Mônica não perguntou por que eles não usavam seus talentos para assaltar bancos porque isso não faz parte da índole deles. E foi bacana ver como eles cuidavam uns dos outros, se importavam e se viam como família. A Mônica foi aceita entre eles com grande facilidade apesar do atrito inicial.

Outra coisa que merece destaque foi o diálogo do DC com o Drakko. Primeiro o lance do jornal foi hilário e até me pegou de surpresa porque eu também pensei que ele ia usar como banheiro, mas nessa hora vemos como ele é fofo, alegre e gentil. Acho que dos quatro é o que foi mais afetado pela tal síndrome porque via o Dante como uma pessoa boa, generosa, que deu abrigo a eles e por isso colaborava com ele de boa vontade.

O bom da conversa entre os dois foi o DC ver que ser normal não é necessariamente uma coisa ruim. Ele podia fazer coisas que para o Drakko eram quase impossíveis, mas seu desejo quase insano de ser diferente em tudo não lhe permitia enxergar isso. Quem sabe, depois dessa, ele não aprende a dar algum valor à normalidade?

O outro lado da moeda foi a Mônica perceber que diferente não quer dizer ruim e aprendeu a ver o pessoal do circo como pessoas e não monstros. Ela passou a simpatizar com eles e em alguns momentos até colaborou e ficou numa boa com tudo apesar de ainda querer escapar.

E o DC, como sempre, continuou meio sem noção. Aquele plano dele, meldels... cheguei a ficar com pena da criatura. Mas vá lá, o que conta é a intenção, eu acho. Nessa edição ele pode não ter feito tanta coisa quanto esperamos, mas teve boa participação e em certo ponto, foi essencial para avisar ao Cebola, Magali e Cascão que a Mônica estava no circo. Acho que sem isso, eles teriam deixado passar batido apesar das evidencias diante deles. Sem falar que pelo menos a aula de código Morse do Licurgo serviu para alguma coisa. E a Magali associando seus balões a salsichas foi bem a cara dela.

Sem falar que eu rachei de rir quando o DC foi obrigado a se vestir de palhaço. Para alguém como ele, que quer ser sempre original, aquele tratamento tão normal foi mesmo um chute no ego.

E por falar em chute, pobre Telepax... Levou um bem no meio da cara no fim do espetáculo bem violento. E ver como um espetáculo assim fez tanto sucesso não deixou de ser preocupante. Parece que as crianças de hoje só querem saber de luta, quebradeira e violência. Bom, pelo menos o Dante teve a inteligência de colocar uma máscara na Mônica, o que fez muito mais sentido.

Ainda assim eu esperava um pouquinho mais dos três no resgate da Mônica, mas acho que ficou bom do jeito que está. E também foi legal ver o Cebola trabalhando junto com o DC para resgatar a Mônica.

Mas é claro que a tentativa de fuga tinha que ter sido frustrada pelo Telepax, né? Senão qual graça a história ia ter? Pois é. Essa parte foi bastante tensa, especialmente porque o Dante queria matar os três para não deixarem nenhum vestígio. Nessa hora, eu achei que ele não foi nem um pouco inteligente.

Primeiro: eles podem ter avisado para alguém que iam ao circo. Seus pais não iam deixá-los sair sem saber para onde estavam indo. Será que não ia ficar muito estranho tantos jovens desaparecendo depois de falarem que iam ao circo do Dante? Pois é.

Segundo: ele poderia ter usado os três para chantagear a Mônica, pelo menos. Tipo, ela promete colaborar e ficar no circo para sempre em troca de deixar os amigos irem embora. Ela não ia recusar de jeito nenhum e seria capaz de manter a palavra apesar de tudo.

Terceiro: Tudo bem que foi uma decisão no calor do momento e por isso não dava para refletir muito, mas tentar fazer com que os três esquecessem dela não ia adiantar nada porque ela tem pais, parentes, amigos, professores, etc. Será que ele ia mandar apagar a memória de todo mundo também? E o que as pessoas iam pensar quando aqueles três aparecessem com aquela amnésia repentina?

Bem, acho que teria sido mais inteligente se o Telepax tivesse feito com eles o mesmo que fizeram com os policiais. Teria sido mais fácil. Depois, mais descansado, ele poderia fazer com que a Mônica esquecesse o passado. Teria sido mais fácil porque era uma pessoa só e ela não ia oferecer resistência como aconteceu com os amigos dela.

Só estou falando isso por falar mesmo, porque se o Dante tivesse feito assim, toda a história teria sido comprometida. Foi necessário ele ter forçado o Telepax ao máximo, o que causou sua morte. Aliás, bem diferente eles terem mostrado a morte de uma pessoa assim, de forma tão explícita. No caso da Sofia, como falei antes, foi num futuro que acabou sendo alterado. A do Telepax aconteceu bem na frente de todos, sem nenhum rodeio e de forma definitiva.

Triste, mas ao mesmo tempo deu um choque de realidade nos outros artistas e eles perceberam que no fim o Dante era um monstro egoísta que só importava consigo mesmo. Com isso, deixaram de colaborar, libertaram todo mundo e... bem... se entenderam com ele seja lá o que isso queira dizer. É bem capaz que eles tenham dado um jeito de matá-lo e acho que foi merecido. Assim puderam assumir o circo e usá-lo como espaço para outras pessoas como eles.

E o final foi feliz, ainda bem. Parece que dessa vez a Mônica e o Cebola fizeram as pazes e se acertaram como amigos. pode ser o primeiro passo da reconciliação deles, não sei. Tem que ser devagar, aos poucos para não parecer que um foi jogado para cima do outro sem mais, nem menos. Primeiro eles voltaram a ser amigos e pode ser que o Cebola comece a respeitar mais o espaço dela e não ficar pegando tanto no pé como fazia antes.

Apesar de ainda acreditar que os dois ficarão juntos no final, seria importante o Cebola passar um tempo sozinho para poder se reencontrar, se entender e colocar os pensamentos e sentimentos em ordem. Assim ele saberá se a ama de verdade ou se é só apego. Será um bom processo de amadurecimento para ele.

Quanto a Mônica e o DC, já imaginava que eles não iam terminar. Ver como o namorado se esforçou para avisar aos amigos e salvá-la deve ter feito com que ela o perdoasse e tudo ficou numa boa novamente. Melhor assim, eles terminarem por causa de um único deslize não ia ficar muito legal. O fim, se acontecer, deve acontecer naturalmente também. Com o tempo ambos podem perceber que não tem nada a ver um com o outro, o sentimento pode ir se transformando novamente em amizade e eles acabam terminando de forma amigável, sem brigas ou mágoas.

E pela primeira vez, vemos o DC com ciúme do Cebola. Será que isso vai render alguma treta no futuro? Como ele vai lidar com esse sentimento sem estar acostumado com ele? E será que ele vai ter mesmo razões para ficar com ciúmes? Mistéeeerio!

No geral, eu gostei da história e fiquei satisfeita com o final apesar de ter ficado com pena do pobre Telepax. Mas foi necessário, né... é o que chamam de perdas aceitáveis.

E tenho uma boa notícia: agora que já sei o final dessa história, poderei retornar a continuação de universo em desequilíbrio. Ainda bem que a Mônica não terminou com o DC, senão eu ia ter que mudar muitas coisas na história. A capa já está pronta, mas preciso terminar a história antes de começar a publicar. Vocês sabem, se eu publicar antes de acabar, pode acontecer de me dar aquelas crises de falta de criatividade e deixar tudo parado no meio. Então é melhor esperar mais um pouquinho e ser capaz de dar uma história completa a vocês.


Não deixem de conferir o vídeo do Canal Opinião Turma da Mônica Jovem:

quarta-feira, 13 de maio de 2015

Dos anos 80, Jem e as Hologramas



O post de hoje é um pouco diferente porque não tem nada a ver com TMJ ou LT. Vou falar de um desenho que quando criança, eu amava de paixão. Sério, hora de assistir era sagrado. Ai de quem tentasse atrapalhar!

Se alguém me perguntasse qual é o desenho mais anos 80 de todos os tempos, a resposta seria rápida e direta: Jem e as Hologramas. Acho que só mesmo quem passou a infância na década de 80 deve conhecer. O enredo é o seguinte:

Jerrica Bentom era uma jovem que, junto com suas três irmãs, cuidava de um abrigo para meninas órfãs e ia levando como podia no meio das dificuldades. Um dia ela descobre que seu falecido pai deixou uma herança bem inusitada: um computador de última geração bem no estilo dos anos 80( um trambolho enorme e cheio de luzes piscando mas que na época a gente achava o máximo).

Esse super computador se chamava Energia (Synergy no original), tinha inteligência própria e era capaz de criar hologramas com grande realismo, que podiam inclusive falar e se movimentar. Junto com esse super computador, ele também deixou muitas roupas e instrumentos musicais e elas decidiram montar uma banda, tendo como vocalista Jem que era a identidade secreta de Jerrica.

 
A série então era feita em cima da tentativa dela de manter sua identidade secreta segura e também girava ao redor da rivalidade com outra banda chamada Desajustadas (Misfits no original) composta por uma garota rica e super mimada, suas duas cumpichas e seu o empresário corrupto e mega ganancioso Eric. Esse grupo rival sempre tentava roubar a fama delas no sentido literal e figurado. Trapaças, golpes sujos, etc.

Pode não parecer grande coisa nos dias de hoje, mas tinha muitas aventuras na série, suspense, drama... muitos problemas e situações complicadas que Jerrica tentava resolver muitas vezes usando ajuda de Energia. Era um bom desenho e até certo ponto, bem revolucionário para a época.

Uma coisa que hoje acho interessante era o triângulo amoroso que se formou entre Jerrica, seu namorado de infância Rio e a identidade secreta Jem. Ele beijava uma e outra numa boa e na época eu achava normal porque elas eram a mesma pessoa. Analisando melhor, não deixava de ser traição porque ele não sabia disso. Para todos os efeitos, ele as via como pessoas diferentes.



Outra coisa que eu gostava era que as garotas dessa série basicamente resolviam seus problemas sozinhas, sem precisar de um cavaleiro de armadura dourada para fazer tudo por elas. Jerrica era independente, tocava o orfanato, era empresária do grupo, dona da gravadora, etc. e apesar de se sentir sobrecarregada as vezes, conseguia dar conta do recado muito bem. Não tinha nenhuma donzela indefesa ali e o protagonismo era delas.

E tinha as roupas, claro. Tudo no melhor estilo anos 80: colorido, espalhafatoso, cheio de brilho e estampas. Sem falar do cabelão repicado e também colorido e da maquiagem carregada com muito glitter. De vez em quando eu tentava reproduzir a maquiagem delas. Acho que as meninas em geral faziam isso.

Eu particularmente torcia para as vilãs porque gostava mais das músicas delas, mas isso é outra história.

Bom, agora eles vão fazer um filme sobre essa série. Confesso que estava até demorando para isso, mas não fiquei assim muito feliz. Quando vi a foto delas, de cara eu não as reconheci. Se não tivessem falado quem são, eu teria morrido na ignorância.

Por um lado eu entendo que reproduzir fielmente um visual dos anos 80 é complicado, então nessa parte eu dou um desconto e entendo que algumas adaptações precisam ser feitas. O que eu não gostei muito é que eles mudaram demais o núcleo da história.

Agora ela é uma garota cujo vídeo cai na internet, se torna viral e é descoberta pela empresária ambiciosa Erica (e não mais o Eric). Então ela e suas irmãs são lançadas ao sucesso. Parece que o objetivo do filme é mostrar como os artistas são manipulados, transformados, etc. basicamente para fazer sucesso comercial e ganhar dinheiro. Algo do gênero.

Ao que parece, vamos cair no clichê de garota simples e comum que alcança um sucesso estrondoso, deixa isso subir a cabeça, perde sua identidade, afasta as amigas e no final se redime e reencontra a si mesma, fazendo as pazes com as amigas e retornando o caminho que seu coração pede. Vai ter romance, porque parece que isso não pode faltar, intriga, muita música, elas terão que lidar com uma empresária gananciosa, aquela coisa de não saber mais quem ela é ou não é... basicamente é mais do mesmo.

Tanto que muitos só a veem como uma Hanna Montana de cabelo colorido e cara pintada. Nesse trailer eu não vi o menor sinal das Desajustadas e da Energia só vi uma frase “é hora do show, Energia” que me dá alguma esperança porque não faria nenhum sentido ela falar isso para um amigo imaginário.

Não sei se gostei muito dessa mudança, acho que gostava mais da Jerrica adulta, forte e responsável. Mas parece que o filme é voltado para os adolescentes, então eles devem ter preferido colocar alguém na idade do público-alvo.

Outra diferença que não me agradou é que no desenho, Jem é decisão de Jerrica, algo que ela mesma criou. No filme, é algo empacotado, formatado e criado porque a empresária deve ter achado que ela é sem graça demais para atrair o público. E ela deve ter aceitado passivamente essa nova identidade achando que era o melhor caminho.

Ainda é cedo para falar muita coisa porque só vi um trailer até agora, mas pelo que vi parece que eles vão só usar os nomes das protagonistas em uma história diferente, o que é uma pena. Acho que seria muito mais proveitoso se produzissem um novo desenho adaptado aos dias de hoje, mas com a mesma ideia original.

Eu sei que não é justo criticar o figurino porque como falei antes, o original era dos anos 80 e adaptar para os dias de hoje não é simples. No geral eu até gostei. Dá para ver que houve um esforço para manter o mesmo estilo e mantiveram a maquiagem super-rosa ao redor dos olhos da Jem, ainda que variando o formato de show para show. Só que em determinado ponto, vocês vão ver no trailer, essa maquiagem ficou tão exagerada que estava mais para uma grande máscara cor de rosa. Talvez seja uma forma de ilustrar que ela foi longe demais, perdeu o controle e deixou o sucesso lhe subir a cabeça, não sei. Pode ser algo simbólico. Mas em alguns momentos, a maquiagem dela me lembrou aquele cara do filme coração valente:

De qualquer forma, eu vou assistir esse filme mais por causa da ligação emocional que eu tenho com o desenho. Caso contrário, sequer teria prestado atenção. Vamos ver se eles vão conseguir reproduzir pelo menos uma parte da magia do desenho ou se no final teremos apenas uma imitação mais colorida de Hanna Montana.
Confiram o trailer:



Aqui tem a abertura da série, que eu adorava. Minha parte preferida sempre foi a das vilãs, pena que durava tão pouco.

 

sábado, 9 de maio de 2015

CBM#20 - Um caipira na corte do Rei Artur: críticas




Hoje eu li a ed. 20 do Chico bento. E sabe... é meio difícil descrever o que estou sentindo agora. Se por um lado eu gostei da história, por outro eu fiquei decepcionada com o Chico.

Tudo começa com o Chico tendo muitas dificuldades nos estudos e até sendo ridicularizado pelo Genésio, dizendo que ele é um caipira que devia ter ficado quieto na roça. E nós sabemos que o Chico nunca foi estudioso quando criança e pelo visto está tendo muitas dificuldades agora.

Então, por um mistério que nunca foi explicado em momento algum, ele adormeceu sob um cedro e não só voltou ao passado como foi parar em outro continente. Mas tranqüilo, desenvolver mais essa parte ia ocupar espaço precioso da revista e esse tipo de explicação não teria muita relevância para a história.   

Ele mal chega na Idade Média e já arruma confusão com um cavaleiro que o leva ao rei Artur e inventa um monte de mentiras a seu respeito. E como o povo naquela época era muito supersticioso, acabam acreditando e ele vai para a fogueira, mas se salva usando o velho truque de apagar o sol.

Sim, eu já tinha visto esse tipo de coisa em outras histórias e filmes. O sujeito memoriza a data de um eclipse e diz que vai apagar o sol. O povo acredita e fica com medo. Só que nessa história teve um pequeno furo porque o Chico não sabia a hora do eclipse, então foi muita sorte tudo ter acontecido exatamente na hora certa, senão teria virado churrasquinho.

O resto é tranqüilo. Merlin se dá mal, o Chico vira conselheiro do rei e vai viver na Idade Média ajudando todos com o seu conhecimento do futuro. Ah, só uma pequena observação sobre uma frase que Alisande tinha falado: “e que mundo é este, onde não se pode dizer o que pensa?”. Pois é, na Idade Média não existia liberdade de expressão. Quem falasse demais, virava carvão. E quem não falava também virava, porque naquele tempo era muito fácil denunciar uma pessoa por bruxaria. Ninguém pedia prova de nada.

Voltando a história, acho que agora posso dizer por que fiquei decepcionada com o Chico. Eu já tinha lido comentários sobre ele ter ficado na Idade Média e até fiquei surpresa ao saber que ele casou e teve filhos, mas fiquei de boa porque pensei que ele tinha ficado preso no passado sem poder voltar. E se ele REALMENTE não tinha como voltar, se estava preso, então era compreensível que tentasse refazer sua vida ali da melhor forma possível. E como ele não podia mesmo voltar para a Rosinha porque estava preso, não havia nada de errado em casar com outra pessoa.

Poréeeeemmmm... Ao ler a história eu vi que ele sequer tentou voltar, muito pelo contrário. Ele tinha até medo de dormir debaixo da arvore e acabar voltando. Ou seja: ele escolheu viver ali. É aí que a coisa fica complicada.

A primeira vista pode parecer que ele fez isso para ajudar as pessoas, mas tenho cá minhas dúvidas. A meu ver, ele fez por egoísmo. No presente ele era só um “caipira lesado” com dificuldades nos estudos, mas no passado o pouco conhecimento dele o colocava acima dos demais. Tipo aquele ditado “em terra de cego, quem tem olho é rei”. Talvez eu esteja sendo muito severa ao julgar o Chico, mas do jeito que foi falado, ele não ficou somente para ajudar as pessoas e sim porque ali ele era uma pessoa importante, respeitada. Era visto como um sábio. Até aí tudo bem porque ajudar pessoas apenas para fazer o bem é coisa para pouquíssimos iluminados.

Eu não o critico por querer viver em um lugar onde é respeitado, pode ajudar as pessoas e ser útil. Nesse ponto eu o entendo. O problema foi o que ele deixou para trás ao fazer essa escolha: pessoas que o amam e se preocupam com ele.

Será que em momento algum ele pensou na dor e tristeza que tinha causado na família, nos amigos e na Rosinha? Não pensou em como essas pessoas iam sofrer por sua ausência? Quando uma pessoa desaparece e nunca mais dá notícias, o sofrimento de quem fica é muito pior porque eles não sabem se a pessoa está viva ou morta. Não tem nem mesmo um túmulo para chorar, não tem nada.

Chorar perto da árvore pedindo perdão pode ter servido para limpar a consciência dele, mas foi inútil porque sua família não ouviu nada e continuou sem notícias do mesmo jeito.

Sem falar que ele ainda era namorado da Rosinha, mas simplesmente a deixou de lado. Ele não pensou que ela ia ficar anos sofrendo sem ter notícias dele? Ele seguiu sua vida e arrumou outra namorada, mas como ela ia poder fazer isso sem saber o que aconteceu e com o pensamento de que ele poderia voltar a qualquer momento? Antes de começar um novo ciclo, é preciso encerrar outro. Como ela ia fazer isso sem nem ao menos saber o que tinha acontecido com ele?

E a meu ver, ele a traiu. Sinto muito gente, mas para mim aquilo foi traição. Eles ainda estavam namorando, não houve rompimento, nenhum esclarecimento e ela não fazia a menor idéia do que estava acontecendo. Então, para todos os efeitos, ela ainda esperava por ele e o via como namorado. Confesso que fiquei até muito surpresa com a facilidade com que ele ficou com outra garota sem nunca mais pensar na Rosinha novamente e isso me fez questionar bastante o amor que ele diz sentir por ela.

Sei... sei... vocês ainda podem dizer que ele sacrificou tudo por um “bem maior”, para ajudar as pessoas do passado que estavam passando por dificuldades. Bem... vou fazer de conta que acredito nas boas intenções dele só por um instante.  Mas mesmo assim, foi uma atitude irresponsável porque ele acabou mudando o passado ao trazer conhecimentos que as pessoas ainda não tinham. Será que ele não parou para pensar que isso poderia ter conseqüências no futuro? Isso poderia até ter impedido o nascimento dele próprio.

A volta dele para o presente também foi esquisita. Ele se jogou num precipício com Merlin, com certeza morreu e acordou na época atual com a mesma idade, como se nada tivesse acontecido. Agora ele pode voltar para sua família, amigos, namorada... e é isso que me intriga: como ele vai encarar a Rosinha de novo sabendo que casou com outra (teve sua primeira vez com ela) e teve filhos? Como ela iria se sentir se soubesse que ele a esqueceu muito facilmente para ficar com outra mulher?

Mas por outro lado, eu meio que vivia criticando a postura sempre “certinha” e “perfeitinha” dele, então acho que o lado bom dessa história foi mostrar que ele não é isento de cometer erros e pode agir por egoísmo também.

Para não dizer que tenho só criticas negativas, vou dar um ponto pelo rumo inesperado na vida do Chico. Colocá-lo casado com outra mulher e tendo filhos com ela foi realmente ousado, diferente, algo que ninguém esperaria. Eu não esperava, tanto que ao ver a 4ª capa pensei que fosse algum ancestral dele. Sim, eu fiquei com certo mal estar ao vê-lo beijando outra garota como se a Rosinha nunca tivesse existido na vida dele, mas ainda assim admiro essa ousadia em colocar algo que de certa forma pode chocar alguns fãs.

Afinal, muitos são contaminados pelo mito do amor romântico, aquela coisa de casal predestinado, de somente uma única pessoa ser a “alma gêmea” de outra, etc. Isso mostra que é possível o Chico ser feliz com outra pessoa também. E seria interessante se fizessem o mesmo com a Rosinha, mostrar que ela também pode ser muito feliz com outro homem. Ou será que o Chico pode, mas ela não porque é “diferente”?

Sem falar que o colocaram um pouco mais humano e humanos erram. Por isso eu tento pensar que quando ele acordou no presente, tudo o que aconteceu ficou no passado (talvez como outra vida) e ele continuará sendo fiel a Rosinha como tem sido até antes dessa edição. E ao acordar no presente, ninguém deu pela sua falta, ninguém sofreu. Foi uma solução simples para um grande problema que a ausência dele poderia ter causado. Logo, tudo ficou como estava, embora eu tenha achado estranho ele dizer que sempre ia amar a antiga esposa e os filhos, mas quando estava no passado em momento algum falou que sempre ia amar a Rosinha e tê-la em seu coração.

Outra coisa que ficou assim meio estranha é que quando ele se jogou no precipício com o Merlin, acabou deixando para trás uma esposa e dois filhos pequenos. Sim, eu sei que foi necessário esse sacrifício, mas aí fico pensando... se depois de ele voltar ao presente lhe fosse oferecido a chance de escolher, o que ele faria? Voltaria ao passado para continuar a vida com sua família ou ficaria no presente?

Tem uma coisa importante que a luta dele com o Merlin mostrou no final: o interesse de quem está no poder de manter o conhecimento só ao alcance de todos. Isso não é só história não, gente. É fato, realidade. Ao longo do tempo, quem esteve no poder sempre lutou para manter o conhecimento o mais restrito possível. Conhecimento é poder. Ignorância aprisiona.

Quem quiser manter um grupo de pessoas sob controle só precisa fazer uma coisa simples: alienar, manter na ignorância, não deixar que tenham acesso ao conhecimento. Ignorância gera medo, divide, mantém as pessoas aprisionadas sem saber do que são realmente capazes. Conhecimento dá poder, traz progresso, faz com que as pessoas mudem a si mesmas e a realidade ao seu redor.

Por que vocês acham que nosso governo tem tanto descaso com a educação? Pois é. Conhecimento faz pensar. Quando a pessoa começa a pensar muito, começa a questionar também. Do questionamento, vem a ação, o desejo de mudar as coisas. Já pensou se o povo inteiro resolve que quer mudanças? Aí acabou toda a mamata dos políticos, acabou a mordomia, os altos salários, auxílio moradia, propinas, etc. Quem está no poder jamais vai querer uma coisa dessas. Esse ponto da história foi realmente bom e ajuda a pensar e refletir.

Bem... desculpem por ter sido tão pesada nas críticas, mas essa história realmente me deu mal estar. Tudo bem, já passou. Parece que a próxima história vai ser bem tensa porque a Rosinha vai morrer. Será mesmo? Que doideira!



Eu vi o preview da ed. 21 ontem e parece que o Chico tinha um encontro com ela num mirante, mas esqueceu (ele esquece dela muito fácil, né?). Acho que depois disso, deve acontecer alguma tragédia e ela acaba morrendo, não sei. Aí ele vai tentar mudar o curso dos fatos. Será que uma edição é continuação da outra? Estão relacionadas ou são histórias diferentes?

Se estão relacionadas, será que ele vai ao menos ser sincero com ela e contar o que aconteceu? Se bem que isso pode não ser boa idéia. Ele já fez mesmo e nada vai mudar isso, então o melhor seria colocar uma pedra sobre o assunto e seguir em frente. Ela já é desconfiada, se souber disso as coisas podem piorar mais ainda. Confiança perdida é que nem vaso quebrado. Não tem conserto.

Eu refiz aquela imagem onde o Chico beija Alisande, mas fiz algumas... mudanças. Espero que gostem. Já tem png e quebra-cabeça. 



Aqui tem o vídeo do Canal Opinião Turma da Mônica Jovem com uma crítica da edição. Só uma pequena observação: o autor do vídeo estranha a presença de escolas na Idade Média, mas na história a gente vê que isso foi obra do Chico, que fez com que as escolas se tornassem acessíveis aos camponeses. Antes disso, todo o conhecimento era controlado pela igreja e só era acessível aos membros do clero e da nobreza, que podiam pagar.

segunda-feira, 27 de abril de 2015

Preview da ed. 81 e sinopse da ed. 82

Já saiu o preview da ed. 81 e a sinopse da ed. 82: "Durante seus jogos online, Cebola conhece uma garota gamer muito interessante. Mas será que ela é mesmo quem diz ser?"



Pois é. A primeira coisa que eu pensei foi: beleza. Lá vai o Cebola atrás de qualquer garota bonitinha. Poréeeemmmmm...

Eu lembrei da ed. dos caçadores de andróides. A sinopse dizia que o Cebola ia se envolver com a Brisa novamente sendo que nada disso aconteceu. Acontece que quem faz a sinopse, tenta fazer de uma forma que chame a atenção dos leitores e desperte a curiosidade. Então de repente não é nada disso que estamos pensando.

Mas cá entre nós... será que vamos ter uma repetição da saga o Dono do Mundo? Mais uma vez teremos o Cebola se apaixonando por um game? Mais uma edição envolvendo Cebola e jogo? Ain...

Falarei mais sobre isso nos palpites da ed. 82. 

Ao que parece, a Mônica não terminou com o DC e talvez o Cebola tenha decidido desencanar dela, desistir, parar de correr atrás. Caso contrário ele não estaria babando por uma garota de game. Ou estaria? Mistéeeerio!
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